Aceito-te como meu destino
"Se não o fosses porque te amaria?"
(E não me engano?)
Ao acordar...abrir os olhos...e não te ver
Como quem se senta na sombra da luz do sol!
"Era louco se não te amasse...
E por te amar sou louco!"
Não existe mais destino que eu e tu!
E se houver? Que haja! Mas não me incomode!
O meu destino és tu! Oh chama de fogo ardente...
Chama que derrama na minha alma a intensidade
O sentido de te amar é não fazer sentido algum!
E o sentido algum... Faz todo o sentido!
"Para querer saber o quanto te amo?"
Se sei que não saber é amar!!!!
(Se amar-te é viver...Então sou Imortal!)
terça-feira, 14 de setembro de 2010
segunda-feira, 13 de setembro de 2010
A espera inocente da alma...
Quando a alma estremece, envolvida pelo vento da sua voz.
Quando o olhar apenas o vê a ele, ser mais perfeito que a própria matemática, que
outrora sempre a fizera deslumbrar, pela sua exactidão e incontestável verdade…
Ela... inocente, caída no desespero... espera-o ansiosamente…
Fica calada, inerte no silêncio que lhe absorve a palavra mais astuta…
Fica, adormecida pelo som da brisa que lhe acaricia a face cor de avelã.
Quando o olhar apenas o vê a ele, ser mais perfeito que a própria matemática, que
outrora sempre a fizera deslumbrar, pela sua exactidão e incontestável verdade…
Ela... inocente, caída no desespero... espera-o ansiosamente…
Fica calada, inerte no silêncio que lhe absorve a palavra mais astuta…
Fica, adormecida pelo som da brisa que lhe acaricia a face cor de avelã.
Oh pureza incontestável, ingenuidade da alma, que lhe estais fazendo?!
Enganosa, mergulhada na inocência, esperando a sua vinda... Está como que possuída por uma realidade inimaginável, indubitável, inesquecível, que lhe consome lentamente o pensamento, o corpo…a alma!
Senta-se, desenfreada, contida pelo grito que não lhe sai, não fica, não parte. E permanece, ali, sentada, esbatida naquela imensidão que lhe esfria os sentidos. A natureza à sua volta, fica atenta àquela espera longa, onde o verde da relva abraça-a na esperança de apaziguar aquela demora.
No brilho da ilusão, avista-o no horizonte…
(…)
Aproxima-se…
Fica…
Caída…
Sombria…
Perde-se…
Num passado que já não voltará jamais a deambular sobre o presente…
(…)
sexta-feira, 10 de setembro de 2010
Saudades daquele Tempo
Saudades daquele tempo...
Tempo em que o tempo não era tempo...
(era outra coisa qualquer).
Tempo em que o pensamento não era nada
e o nada do tempo fazia tanto sentido!
Agora resta pensamentos...!
(Oh que vida efémera!)
Resta-me remorsos como quem vê na lápide a mãe.
E o tempo passa... Passa e nada sou!
Culpo-me cada segundo que paro e penso.
Por isso não paro, mas penso!!!!
Parar e pensar é como quem olha e vê
na neblina esquecida a lucidez nítida.
Como pétalas que caiem sobre a sombra da vida
Assim os pensamentos me são... doutrora ingenuidade!!!!
Tempo em que o tempo não era tempo...
(era outra coisa qualquer).
Tempo em que o pensamento não era nada
e o nada do tempo fazia tanto sentido!
Agora resta pensamentos...!
(Oh que vida efémera!)
Resta-me remorsos como quem vê na lápide a mãe.
E o tempo passa... Passa e nada sou!
Culpo-me cada segundo que paro e penso.
Por isso não paro, mas penso!!!!
Parar e pensar é como quem olha e vê
na neblina esquecida a lucidez nítida.
Como pétalas que caiem sobre a sombra da vida
Assim os pensamentos me são... doutrora ingenuidade!!!!
sábado, 4 de setembro de 2010
Amar é ser criança!
Estado de loucura insanciável
Olhar o "Mundo" de uma forma incurável
Ter o pensamento como quem olha
Ou como quem fecha os olhos e pensa...
"O amor está no coração de quem sente!"
O que diz um coração ao outro?
Nada!
O expressão total está no olhar...
Sentir? Sente quem não o sabe
Pois saber não é sentir é fingir!
Fingir que sente sabendo
Ou sabendo que finge sentir!
"Há que ser criança!" Ser ingénuo!
Amar é ser criança!
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