sexta-feira, 10 de setembro de 2010

Saudades daquele Tempo

Saudades daquele tempo...
Tempo em que o tempo não era tempo...
(era outra coisa qualquer).
Tempo em que o pensamento não era nada
e o nada do tempo fazia tanto sentido!
Agora resta pensamentos...!
(Oh que vida efémera!)
Resta-me remorsos como quem vê na lápide a mãe.
E o tempo passa... Passa e nada sou!

Culpo-me cada segundo que paro e penso.
Por isso não paro, mas penso!!!!
Parar e pensar é como quem olha e vê
na neblina esquecida a lucidez nítida.

Como pétalas que caiem sobre a sombra da vida
Assim os pensamentos me são... doutrora ingenuidade!!!!

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